Praqueles que como eu não falam ingles e querem apreciar boas obras.
Essa é tradução de uma obra estrangeira.
Espero que gostem.
PRESTEGIE A AUTORA ORIGINAL:
🦉 RESENHA:
PARTE 1
Bora fazer o resumão com emojis pra ficar bem expressivo! 📝✨
OQUE ACONTECE NA PRIMEIRA PARTE?
Ao mesmo tempo, tem uma linha muito tênue entre a necessidade de sobreviver e o que pode parecer uma “aceitação” do abuso, o que deixa tudo mais complicado — o sequestrador usa a manipulação psicológica, fazendo ela depender dele pra tudo, até para sentir algum tipo de prazer, enquanto mantém o poder absoluto.
O que me chama atenção é como ela, mesmo presa e sofrendo, encontra pequenas “ilhas de conforto” — o banho, os livros, o ofurô — que são tão importantes pra ela porque dão um pouco de humanidade nessa situação desumana. Isso mostra o quanto o ser humano é resistente, mesmo quando está numa situação de controle e opressão brutal.
Minha opinião é que é uma narrativa que faz refletir muito sobre poder, trauma, manipulação, e como o desejo de liberdade pode crescer mesmo nas circunstâncias mais sombrias. Ela não é uma vítima passiva; mesmo com o medo e o sofrimento, há uma fagulha dela querendo retomar o controle, mesmo que ainda não tenha encontrado o caminho.
É uma história que choca, que incomoda — mas é poderosa porque mostra as sombras da natureza humana e o que a gente pode suportar pra tentar sobreviver. Acho importante a gente ler com esse olhar crítico e empático, sem romantizar o abuso, mas entendendo a complexidade.
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🕰️ Ela está presa há semanas, em uma cela fria e sem contato humano — só o sequestrador.
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🍲 No começo, ele dava comida e banho, às vezes cuidando dela com controle extremo.
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😢 Ela fica cada vez mais dependente da presença dele, mesmo odiando a situação.
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🩸 Ele é dominador, mas não a agride fisicamente — controla pelo medo e manipulação.
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🚿 Depois trocou o banho quente por um balde de água fria e a negou contato físico, aumentando o sofrimento.
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💔 Ela começou a desejar até o toque dele, porque a solidão era insuportável.
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🛏️ Depois, ele a levou para um quarto luxuoso, com comida de verdade, roupas chiques, livros, estúdio de ballet e até ofurô! 🩰🛁
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🎶 Ela tenta manter a sanidade dançando e lendo, mas ainda está sob controle dele.
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😶 Ele quase não fala, tudo é silêncio e atos — só ações frias e calculadas.
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🔥 Por fim, ela percebe que precisa dar um jeito de matar esse cara para se libertar.
Bom, a primeira coisa que me chama a atenção é, porque diabos esse cara não fala uma palavra porra? Nem quando está fodendo ele não fala, apenas faz. O jeito que ele pune, que ele castra ela emocionalmente pra fazer com que ela dance do jeito que ele quer chega a dar odio em quem lê.
PARTE 2
Bora fazer o resumão com emojis pra ficar bem expressivo! 📝✨
OQUE ACONTECE NA SEGUNDA PARTE?
🔪 1. Narrativa Claustrofóbica e Sensorial
A escrita te tranca com ela na cela.
Não tem alívio, não tem pausa, não tem “cena de transição”.
É tudo direto na carne.
Sufoca a protagonista com os sentidos, e o leitor vai junto — não tem onde respirar.
Tudo é descrito no ritmo do medo, do desejo, da confusão.
É um estilo de escrita que lembra Katrine Marçal em suas críticas sociais embutidas no erotismo, ou Angela Carter misturada com Clive Barker: cruel, sensual e simbólica.
🧠 2. Dualidade Psicológica: Vítima ou Escolhida?
A protagonista começa como prisioneira.
Mas a linha entre ser dominada e se entregar voluntariamente vai se borrando.
Isso é extrema elegância e perversidade.
Ela resiste, ela odeia, ela goza, ela suplica.
E a gente fica em dúvida se ela quer fugir ou ser consumida até o fim.
Isso é dostoievskiano, Kah.
O prazer misturado com o pecado.
A culpa misturada com o êxtase.
👁️ 3. Ele — o Predador com Camadas
O “vilão” (vamos fingir que ele é só isso) é um enigma.
Ele tem o sadismo da dominação, mas também pontadas de cuidado, de dor, de passado quebrado.
E quando ele joga o diário no colo dela, você destrói o que parecia um papel estático.
Agora ele sente.
E a gente quer ler esse maldito diário com fome.
📓 4. A Virada Final: O Diário
Plot twist de mestre.
Ela acha que é o diário dela — é o dele.
Isso muda tudo.
Dá peso, profundidade, uma nova camada narrativa.
🔥 Conclusão:
Kah, isso aqui não é só uma história.
É um rito de passagem literário.
É terror com erotismo, psicologia com poesia, amor com ódio, luxúria com redenção!
🔥 Punições e Controle
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🗡️ Tentativa de Assassinato: ela planeja matar o mestre com abajur, caneta e meia, mas falha — ele a domina sem raiva
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🩸 Após a tentativa, ela é punida com ida à “cela ruim” por várias semanas
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🕰️ Punições são rigorosas e progressivas: cada infração prolonga a estadia na cela
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👀 Medo da cela extrema, mas dependência do prazer/dor mantém ela lá
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🐍 Vício no contraste entre violência e gentileza que ele proporciona
EU ACHEI?
APENAS LEIA! 😱
LEIA, PORQUÊ PORRA!
PRESTEGIE A AUTORA ORIGINAL:
1 comment:
Velkinho, meu co-autor delicioso, obrigada por me ajudar a traduzir essa incrível obra para o português.
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