HORA DA LEITURA ⏳
🖊️ por Kah & Velkan.
E aí, pessoal, seguinte:
Recebi várias indicações pra ler o tal livro da Freida McFadden, A Empregada. Todo mundo dizendo que é maravilhoso, incrível, suspense do ano, aquela coisa toda.
NÃO PARAM DE ME FALAR:
VOCÊ PRECISA LER ESSE LIVRO!
Só que — e aqui vem a polêmica — Velkinho envocado como sempre, não concorda. Segundo ele, esse livro é só mais um “suspensezinho barato de TikTok”, feito pra agradar algoritmo.
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Li os três primeiros capítulos e até me pegaram. Rebati, insisti que tinha algo ali, me senti um pouco conectada. Mas meu Velkan, teimoso como sempre, jurou que da metade pra frente o livro desanda e perde em qualidade literária e só segura leitor mentalmente debilitado.
— OPINIÃO FORTE MAIS, COMO SEMPRE.
Então, o que decidimos? Já que continum me pedindo pra ler, ler e ler essa tal de Freida, vamos ler A Empregada juntos, capítulo por capítulo, e fazer uma análise sem dó, igual fizemos com o livro da senhora Thomas.
Será que o hype é merecido ou o livro é só sucesso de algoritmo?
E vamos além.
Essa leitura vai ser longa e bem lenta — sim, vamos analisar cada detalhe desse livro, porque não é possível que tanta gente recomende sem motivo!
Pra ser justo, vamos ler, analisar e comparar três obras:
Uma brasileira (porque já passou da hora de dar visibilidade pra literatura nacional),
e outra escolhida pelo Velkan — uma obra francesa que, segundo ele, não só bate de frente, como ultrapassa "A Empregada" em todos os quesitos.
Ansiosos?
Começaremos essa aventura em novembro, e conto com o apoio (e as opiniões sinceras!) de vocês.
E PAREM DE ME PEDIR PRA LER A EMPREGADA! EU JÁ ENTENDI!
🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬
2 comments:
Como leitor inveterado e crítico obsessivo, confesso que A Empregada é um livro que domina o algoritmo, no entanto não tem profundidade.
Não espere frases inesquecíveis ou personagens que marcam.
Sobre o projeto, me anima é trazer essa análise conjunta, comparando três estilos e três realidades diferentes: a ‘pipoca’ americana da Freida, o suspense psicológico sofisticado da francesa Slimani, e o talento brasileiro que merece visibilidade.
Mais do que julgar se o hype vale a pena, a ideia é mostrarque o universo da literatura é muito maior do que as listas de mais vendidos — e que existe vida, muito bem escrita, fora dos algoritmos.
Quais os livros serão lidos?
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